Primeiro single do álbum “Kriegsgötter MMXXV” já está disponível
A lendária dupla alemã de blackened death metal, Mystic Circle, acaba de lançar uma nova e poderosa versão do clássico “Afraid to Shoot Strangers” do Iron Maiden, contando com os vocais imponentes de Sarah Jezebel Deva. A faixa integra o vindouro álbum Kriegsgötter MMXXV, previsto para 6 de junho de 2025 pela ROAR!.
A escolha da música tem raízes profundas:
“Em algum momento nos anos 90, o álbum A Real Live One do Iron Maiden tocava sem parar no nosso toca-CD do carro. Ficamos presos nessa música. Ouvimos repetidamente e decidimos que um dia faríamos nossa versão com teclados e guitarras. Agora, 25 anos depois, finalmente fizemos do jeito que sempre imaginamos – e 1999 realmente não era o momento certo”, comenta a banda.
O clipe da nova versão já está disponível no YouTube, trazendo toda a estética obscura característica do Mystic Circle e destacando a participação de Sarah Jezebel Deva, que contribui com vocais marcantes que elevam a faixa a um novo patamar.
🎥 Assista agora: https://mysticcircle.rpm.link/atssYT
🎧 Pré-venda do álbum: https://mysticcircle.rpm.link/kriegFB
Sobre o álbum “Kriegsgötter MMXXV”
Lançado como uma edição expandida e atualizada da clássica EP “Kriegsgötter II” (2000), o novo trabalho traz 8 faixas, incluindo covers furiosos de Bathory, Celtic Frost, Possessed e Acheron, além da regravação completa de Afraid To Shoot Strangers. A formação atual reúne Beelzebub (vocais, guitarras, baixo, teclados) e Blackwar (bateria, guitarras, teclados), resgatando o espírito sombrio que consagrou a banda no final dos anos 90.
Tracklist do álbum:
- One Rode To Asa Bay (feat. Sarah Jezebel Deva)
- Die Götter der Urväter
- Azazel’s Soulfly
- Cry Little Sister (Theme from The Lost Boys)
- Afraid To Shoot Strangers (feat. Sarah Jezebel Deva)
- Death Metal
- Acheron (Medley)
- Circle Of The Tyrants
Com produção e vídeo por Pictrail (Christine Lincke) e Niddhoeggr Keytelson, o lançamento marca o início de uma nova fase para a banda – que parece mais conectada do que nunca.
“A longa pausa foi necessária, perdemos a conexão naquela época – que hoje é mais forte do que nunca”, relembra A. Blackwar.